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Conservatória do Registo Civil de Faro
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Відгуки (2)
✍️ Залишити відгукO pior atendimento possível, a senhora da nacionalidade extr...
Juliana Silva · 02/06/2026
O pior atendimento possível, a senhora da nacionalidade extremamente grosseira e tem apenas uma resposta em mente que é “Não!” Nada é com eles e nada é possível, ela está ali apenas para negar atendimento, infelizmente já estive diversas…
IRN de Faro (Avenida 5 de Outubro), um retrato preocupante d...
Nuno Snow's · 02/06/2026
IRN de Faro (Avenida 5 de Outubro), um retrato preocupante da Função Pública, desloquei-me hoje, às 8h30, ao Instituto dos Registos e do Notariado (IRN) de Faro, situado na Avenida 5 de Outubro, com o objetivo de proceder ao registo de nascimento do meu filho. Fui atendido por uma funcionária cujo desempenho deixa seriamente a desejar face às responsabilidades do cargo que ocupa. Apesar de não existir qualquer outro cidadão a aguardar atendimento para esse serviço específico, foi-me comunicado que o registo não poderia ser efetuado por falta de marcação prévia. Perante a minha perplexidade, a funcionária levantou-se, foi buscar uma agenda e limitou-se a sugerir uma marcação apenas para meados de fevereiro. Questionada sobre a possibilidade de realizar o registo naquele momento, respondeu que o procedimento poderia ser feito “online”. Coloca-se então uma questão simples e legítima: qual é a utilidade do atendimento presencial, mantido com dinheiro dos contribuintes, se o serviço não é prestado quando existem meios, tempo e ausência de afluência? É para isto que pagamos impostos? Este episódio no IRN de Faro — Avenida 5 de Outubro é um exemplo claro de como, em muitos casos, a Função Pública deixou de servir os interesses dos cidadãos e passou a servir a sua própria inércia. Situações como esta não só demonstram desconsideração pelos contribuintes, como criam entraves administrativos desnecessários, com impacto direto na eficiência do país e na economia nacional. Se tudo pode, e deve, ser feito online, então que essa seja a opção assumida de forma transparente. O que não é aceitável é manter serviços abertos ao público sem prestar efetivamente o atendimento que lhes compete, transformando o cidadão num mero figurante de um sistema burocrático desligado da realidade. PARASITAS.